2º mês

2mes_blog

Meu pacotinho não é  mais “inho”, ele ta enooorme! Os dias tem passado voando! Tenho tanta coisa para escrever, compartilhar, registrar… mas a rotina com o Biel absorve completamente meu tempo, quando vejo o dia passou e eu não sentei para escrever. Mas posso falar uma coisa? ao mesmo tempo que quero registrar tudo, não quero ficar longe e perder um segundo da vida do meu filho.

Neste segundo mês Biel está sorrindo mais, interagindo mais… Uma delícia! Ele também já fica sozinho se divertindo! Tipo, já consigo deixá-lo na cadeirinha vendo tv para eu ir no banheiro, almoçar, fazer essas coisas básicas da nossa sobrevivência hahahha Ele já percebe a minha presença num ambiente, me procura com o olhar ao ouvir a minha voz. E se ele está sentadinho na cadeirinha e eu passo perto ele me acompanha com o olhar, mesmo eu passando calada! Ah, e ele olha nos meus olhos, um olhar profundo, como se estivesse me analisando.

Ele diminuiu o tempo da mamada, acho que está mais eficiente. Já tinham me falado que isso iria acontecer. Com o tempo o baby fica mais forte e consegue puxar com mais força e dorme menos durante o processo. A produção de leite por essas bandas está bombando, mas o meu seio esquerdo continua sensível.

Ele sentiu um pouco de cólica esse mês, mas já passou (thank god!). Cheguei a dar remédio para gases, que fez com que ele tivesse prisão de ventre por dois dias, tive que colocar supositório para ele conseguir evacuar #tadinho

Eu fiquei muito doente há uns vinte dias atrás, febre alta, catarro… passei uma semana assim. Quando eu estava melhorando, Biel apresentou febre. Liguei para o pediatra que receitou um anti-térmico e pediu para eu levar o Biel no consultório. Ele auscultou e viu que o pulmãozinho dele estava limpo e por isso pediu exame de urina. O resultado apontou infecção urinária, Biel tomou antibiótico por 10 dias.

Perguntei ao pediatra se eu estava fazendo algo de errado para ele ter desenvolvido a infecção, ele falou que não. Menino não pega infecção urinária por contaminação na hora da troca de fraldas.

Aliás, cabe um parenteses, que coisa mais linda é Biel tomando remédio! Quando eu dava de colherzinha ele ia lambendo aos pouquinhos, quando eu dava na seringa (sem agulha) ele ia mamando/ lambendo. Fofo demais! Mãe é tudo boba, né? acha tudo que o filho faz lindo! hehehe

Na última segunda (20/5) levei ele no pediatra para a consulta de dois meses. O pediatra passou as recomendações para as vacinas desse mês (hexavacina, pneumococcia 13 e rotavirus pentavalente). Ele também pesou e mediu meu baby.

De vinte dias para cá (lembra que eu levei ele no pediatra por conta da febre?), Biel cresceu 4cm e engordou 1kg !!!! Ou seja… Ele estava medindo 54cm e pesando 4,570kg há 20 dias Agora ele ta com 58cm e 5,5kg!!!!! Ele ta cheio de dobrinhas gostosas! E o melhor, totalmente amamentado por leite materno 

Publicado em filhote, fotografia | 5 comentários

Ensaio do Biel

Nunca liguei para ensaio de grávida, mas sempre quis fazer ensaio de newborn e sempre comentei com uma amiga que ela seria responsável pelos cliques. Acabou que ela foi morar em outro país e não estava aqui no Rio para fazer o ensaio do Biel.

Eu já tinha desistido, até que um bichinho me mordeu e eu comecei a ficar inquieta, pensando que iria perder o momento, que perderia o registro e tal. Conversei com a minha amiga, que indicou a Aline Sena para fazer as fotos. Entrei em contato para ver se ela tinha disponibilidade e começamos a combinar. Acabou que marido pegou dengue e passou uma semana de cama e como só podemos fazer as fotos no final de semana, o ensaio não acabou sendo de newborn, pois Biel já tinha um mês e três dias. Mas nem por isso as fotos ficaram menos fofoléticas! A Aline publicou hoje em seu blog algumas imagens, devemos receber o dvd com todas ainda esta semana. Nem preciso dizer que estou ansiosa.com, né?

fotos-maes-aline-sena-4

Para ver mais fotos: http://alinesena.com/gabriel/

Publicado em filhote, fotografia | 16 comentários

maternidade X solidão

Nos primeiros dias, marido foi meu fiel companheiro, mas como a licença paternidade só dá direito a cinco dias corridos, durou pouco tempo. Aí foi a vez de minha mãe assumir, ela tirou férias do trabalho e veio ficar comigo quase todos os dias por três semanas. O cuidado com o Biel era de minha responsabilidade, mas sua presença era importante. Ela cuidava de mim, da minha alimentação e o melhor, me fazia companhia. Nos dias que ela não podia, minha irmã e meu pai assumiam.

Mesmo que apenas algumas horas por dia, essas companhias eram fundamentais para a minha sanidade mental e física. Até porque no início tudo é meio caótico. Biel e eu nos conhecendo… A demanda por atenção era grande. Não que ele não demande hoje em dia, mas agora ele já consegue ficar sozinho no berço ou na cadeirinha se distraindo sozinho por alguns minutos. No início, tinham dias, que eu acordava às seis da manhã para amamentar e só conseguia comer algo por volta das onze da manhã. Almoçar? tomar banho? artigo de luxo e raro. Além do mais, agora já estou mais sagaz, já descobri maneiras de entretenimento mesmo que sejam por cinco minutos, desenvolvi a técnica de fazer tudo com uma mão só, enquanto a outra segura a cria e por aí vai.

As férias da minha mãe acabaram e meus dias passaram a ficar vazios. Minha irmã tem seus compromissos e consegue vir aqui no máximo uma vez por semana, meu pai idem. Os restantes dos dias sou eu, Biel, Biel e eu. Por isso, a nossa rotina de passeio é tão rica, mas mesmo assim às vezes me sinto muito sozinha. Por mais que eu ame o meu filho e a gente fique grudadinhos vinte e quatro horas por dia e é uma delícia… ele ainda não conversa, né?  Sem contar que a maioria das visitas só podem vir fora do horário comercial. Acaba que o meu dia a dia é muito solitário.

Sem falar nas madrugadas amamentando. Talvez quem dê mamadeira sinta menos, porque dar a mamadeira é uma tarefa unisex e pode ser divida com o pai. Mas dar o peito é tarefa exclusiva da mãe. Então, são mais dois momentos do dia que eu fico sozinha, interagindo com o Biel, a televisão e as redes sociais.

Conversando com outras amigas, vejo que não estou sozinha. Muitas mães possuem o mesmo sentimento. Diante disso, cheguei a conclusão de que a maternidade é a solidão mais coletiva que existe.

Publicado em filhote | 8 comentários

A minha maternidade

Hoje é dia das mães, o meu primeiro.

Há um mês e vinte quatro dias vivi dois nascimentos: o do meu filho e o meu como mãe. Neste tempo, estamos nos conhecendo e aprendendo juntos esse novo ofício. Ele se acostumando as sensações, aos incômodos fisiológicos, aos estímulos, medo, carência, carinho, etc. Eu, por vez, administrando e tentando suprir todas suas necessidades e as minhas também.

Com suas devidas proporções, o ser mãe nasce tão imaturo e indefeso quanto um recém-nascido. Somos seres repletos de medos, dúvidas e incertezas, buscando dar o nosso melhor para aquele serzinho que depende exclusivamente de nós.

Nessas sete semanas, estou me redescobrindo como mulher, filha, irmã, cidadã. Todos os papéis que já exerci na vida estão passando por uma transformação e sendo reposicionados, repensados.

Agora sou mãe. Com todo o cansaço, desgaste físico e psicológico que pode ser gerado por noites dormindo pouco e o medo do desconhecido (incluindo o medo do filho) tenho vivido a fase mais plena e feliz da minha vida.

Sou MÃE em caps lock e em negrito, porque faço questão de lamber minha cria e estar disponível para ele sempre que precisar. Amamento sempre que ele quer ou necessita, dou colo, carinho, falo que amo, canto, converso, explico as coisas da vida, peço desculpas e tento fazer a maior parte das coisas que envolve a sua rotina.

Em suas primeiras semanas de vida não consegui colocá-lo para dormir no berço porque sentia saudade / insegurança dele ficar longe de mim, do meu corpo. Fui e sou responsável por todos os banhos de sua vida (inclusive o da maternidade). Troquei 98% de suas fraldas e por aí vai.

Sou mãe-leoa com um que de polvo. Tenho a consciência de que eu deveria delegar mais, mas por enquanto não sei ser diferente.

Já chorei de cansaço e algumas horas depois chorei de saudade porque ele estava dormindo. Contraditório? Imagina! Se está certo ou errado, não sei. Quem sabe o tempo nos dirá. Só sei que por enquanto está funcionando para a gente. A cada semana percebo que ele está mais carinhoso, seu corpinho está mais forte, duro e coordenado e sua percepção está mais aguçada. Cada dia é uma descoberta e eu só tenho a agradecer por esses cinquenta e cinco dias da minha nova vida.

Feliz dia das mães para mim e para todos os tipos de mães =D

Publicado em filhote | 7 comentários

rotina: passeio

Em sua primeira semana de vida passamos os dias em casa. Eu ainda estava me adaptando a nova rotina de ter um baby que demandava muito de mim, estava tentando lidar com a amamentação e com os meus seios feridos. A primeira vez que saímos ele tinha 6 dias de vida, fomos na rua trocar um presente que minha sogra tinha dado para o Biel. Montei o carrinho (sim, até então ele não tinha sido aberto e muito menos usado) e lá fomes eu, maridón e nosso filhote.

Tudo lindo e normal, né? Se não fosse o medo, a ansiedade que este primeiro passeio me trouxe. Comecei a sentir um medo de qualquer coisa. Achei o carrinho bonito e novo demais, logo iria chamar atenção para ser roubado. Achei que meu filho lindo fosse chamar a atenção na rua, que poderiam tentar roubá-lo de mim… Enfim, imaginei milhares de tragédias que me fizeram guiar o carrinho com a mão apertada e olhar apreensivo a qualquer movimento durante o trajeto.

Na volta marido pediu para guiar o carrinho, deixei ele levar com o coração apertado, quando estávamos chegando perto da nossa rua falei: “Posso levar?” Ele perguntou o porque, meu olho encheu de água e eu comecei a explicar os meus medos. Voltei para casa empurrando o carrinho.

Na minha cabeça louca só EU seria capaz de defender o meu filho de qualquer mal… vai entender? Não tente! Porque eu desisti.

Enfim, passaram alguns dias e eu comecei a me sentir presa em casa. O sentimento de prisão ultrapassou o medo e eu comecei a fazer pequenos passeios acompanhada pelo marido, por minha mãe, por irmã, amigas e para lugares perto e com segurança.

Até que um dia não tinha companhia e o lugar perto com segurança já não me bastava. Precisava andar mais, ver gente e coisas novas/ diferentes. Mesmo com tiquinho de medo, peguei meu filho, garrei no carrinho e resolvi fazer passeios diferentes. Hoje em dia já estou “curada” do meu medo. Claro que tenho receio. Olho com cuidado e desconfiança para os acontecimentos ao meu arredor. Tento prever os possíveis problemas a frente e por aí vai.

Mas percebi que os dias que fizeram frio ou choveu e não conseguimos sair, ele ficou mais chatinho, enjoadinho e me deu trabalho a noite e eu também preciso sair!!! Ou seja, para a nossa saúde mental precisamos de rua! hehehe Para fechar e ilustrar os posts, alguns cliques das nossas andanças!

montpasseio_maisju

Publicado em cotidiano, filhote, fotografia | 9 comentários

Relato de parto – parte 2

Relato de parto – parte 1

Como o relato é escrito no meu “tempo livre”, ele é escrito aos poucos, por isso é um texto aberto, conforme for lembrando de detalhes ou partes importantes, vou incorporando. Mas posso adiantar para as curiosas (os) de plantão que tive um parto natural (livre de qualquer tipo de intervenção), na qual o respeito, o carinho estiveram presente em todos os momentos. Biel nasceu às 6:06am do dia 18 de março de 2013 com apgar 10, 52cm e 3,475g de muita gostosura.

Depois que a Diana (E.O) saiu daqui, resolvemos lanchar. Pedimos comida e seguindo o conselho da Diana pedi um suco de melancia com gengibre. Não dizem que comidas picantes ajudam no TP? Era a hora de tentar! Aquela altura as contrações estavam começando a ficar bem incomodas. Como falei na primeira parte do relato, a cada contração meu corpo se contraía por inteiro. Neste momento mandei mensagem para minha obstetra, falei que estava monitorando as contrações, expliquei que elas já estavam intensas e constantes.

Ela me conhecendo e sabendo da minha tendência de querer controlar a situação respondeu: “Oi Ju, lembra da máxima do Odent que a adrenalina é antagonista da ocitocina? Enquanto você estiver esperando as contrações elas não virão. Relaxe e não conte. Quando a coisa apertar você vai perceber. Passe a função de contar para o Rodrigo, desde que ele não te passe o relatório. Apenas surfe na onda e confie no seu corpo. Beijos”

Fiz o que ela mandou, Rodrigo assumiu o controle. Logo em seguida, ligamos para a Kira e pedimos para ela vir aqui para casa, pois as contrações já estavam constantes, ritmadas e bem doloridas. Ela passou algumas instruções para o Rodrigo, dentre elas me colocar debaixo do chuveiro com água quente. E lá eu fiquei até ela chegar.

Sentei debaixo do chuveiro, no chão mesmo e deixei a água bem quente cair sobre o meu corpo. A cada contração eu fazia uma conchinha com a mão e jogava a água na barriga, isso ajudava e muito a aliviar a dor. Quando a Kira chegou esse recurso já não adiantava mais, as contrações já estavam bem forte e incômodas.

Neste momento, ela me ensinou uma das coisas mais valiosas do TP: como passar pela contração. Ela percebeu que ao iniciar a contração, eu estava contraindo todos os músculos do meu corpo e explicou que eu deveria fazer justamente o contrário. Então, depois de absorver o que ela me falou – porque acreditem, neste momento você já está num universo paralelo chamado partolândia e o seu corpo tem vida e vontade própria – eu desenvolvi um método de respiração e relaxamento. A cada contração, eu me concentrava, respirava profundamente e relaxava todos os músculos do meu corpo. Isso me ajudou e foi fundamental.

Fiquei debaixo do chuveiro por mais alguns minutos e até que ela me tirou de lá, me levou para cama. Aferiu os batimentos cardíacos do Biel e viu a minha dilatação. Eu tinha combinado com ela e com a Fê, que eu não queria saber quanto eu estava de dilatação.

Pensem comigo, se depois de tudo que eu já tinha passado descobrisse que não tinha dilatação alguma ou estava com 2cm de diltação, a minha cabeça iria pirar, meu neocortex seria super ativado e poderia atrapalhar a evolução do TP. Por isso, a Kira só contou para o Rodrigo e para obstetra. Depois eu fiquei sabendo que naquela altura já estava com 6cm de dilatação.

Em algum momento (lembram que eu estava num universo paralelo? não consigo lembrar de cada minuto) a Kira, a Dra. Fernanda decidiram que já era o momento de ir para a maternidade, por volta de meia-noite e meia/ uma da manhã. Nesta hora, Rodrigo foi tomar banho e terminar de se arrumar. Ao mesmo tempo, a Dra. estava checando em qual unidade tinha vaga no quarto de parto humanizado.

Durante a parte da tarde tinha vaga na unidade mais perto da minha casa (local de minha preferência), mas de noite já não tinha mais. A Kira veio me perguntar se eu topava ir para a unidade da Barra ou se preferia ir para a unidade de Laranjeiras ficar num quarto comum. Lembrei do relato de uma amiga, na qual ela me falou que o trajeto tinha sido uma das piores partes do TP. Por conta disso, cheguei a titubear mas acabei optando pela unidade mais longe – e foi a melhor coisa que fiz ever, explico melhor nas considerações finais!

Marido pediu um táxi (que chegou super rápido). Ele e a Kira se encarregaram de levar tudo, eu só lembro de ter pego o meu travesseiro. Sempre fiquei imaginando se o taxista ao ver que era uma gestante em trabalho de parto se ele iria recusar a a corrida (hahaha), mas não, ele foi super tranquilo, colocou  uma música baixa e foi rápido, mas sem ir correndo.

Eu estava preparada para ter as piores contrações no carro, mas me surpreendi. Lembro da Kira me contar depois que eu me “comportei” muito bem durante o trajeto, que eu praticamente sorria entre uma contração e outra (hehehe).

Entrei no carro, fechei os olhos, agarrei fortemente o travesseiro contra a minha barriga e fazia a técnica que desenvolvi com a dica da Kira. Isso junto com o balancinho do carro me ajudava a relaxar. Acho que nunca curti tanto uma rua com asfalto irregular…

A esta altura já tinha percebido um padrão nas contrações. Dificilmente vinham duas contrações bizarramente doloridas uma atrás da outra. Normalmente vinham umas duas ou três fracas ou medianas, aí vinha uma fortona. Diante disso, durante o trajeto eu tive apenas duas contrações bem dolorosas, lembro que uma foi no túnel Zuzu Angel, agarrei fortemente o “puta que pariu” do táxi (alguém conhece outro nome para este acessório?), tentei relaxar, mas não ajudou não.

Chegamos na maternidade por volta das duas da manhã. Mal saí do táxi e veio o segurança com a cadeira de rodas. A minha obstetra querida já estava lá, na porta da maternidade me esperando. Ela perguntou se eu precisava da cadeira e eu metida a corajosa falei que não. Lembrei de uma das nossas consultas, onde ela me contou que durante o parto da filha dela ela não quis usar a cadeira de rodas para sentir o que as parturientes dela do serviço público sentiam. Eu já estava no corredor, mas veio uma contração, daquelas mega fortes, e eu implorei pela cadeira de rodas. Percebi que era impossível colocar em prática a minha técnica de “passar pela contração” em pé, andando.

Ao mesmo tempo, o recepcionista da maternidade quis “me barrar”, dizendo que eu tinha que fazer a pré-internação, assinar documentos, essas burocracias. Lembro da minha obstetra ter respondido de forma firme algo do gênero: “ela está em trabalho de parto avançado, quase parindo, não vai parar para nada” hehehe minha ídola! Seria impossível ficar ali preenchendo formalidades. Lembro que o Rodrigo ficou para fazer algo e eu segui para o centro cirúrgico.

… to be continued…

ps. calma! para chegar na sala de parto humanizado é necessário passar pelo centro cirúrgico!
Publicado em filhote, gravidez, parto natural, Relato de parto | 34 comentários